Em 2017 ganhei uma “filha”

Em 2017 ganhei uma “filha”. Apesar de já ter 18 aninhos quando a conheci, foi quase amor à primeira vista.

Lembro-me da primeira vez em que a vi. Estava eu no meu último ano de faculdade, e ela tinha de acabado de iniciar a licenciatura. Era a caloira mais pequenina, com cerca de um metro e meio de altura e era natural da ilha do Pico, dos Açores. Tinha uma carinha angelical e lindíssima, inocente mas poderosa ao mesmo tempo. Continue reading “Em 2017 ganhei uma “filha””