Existe realmente saúde mental?

Boas pessoal!

No passado dia 10 de junho comemorou-se o “Dia Mundial da Saúde Mental”.

Estava eu a ver um episódio de uma série quando, por volta das três da manhã, apeteceu-me escrever uma reflexão sobre este tema. Sim, eu sei no que estão a pensar: esta não é uma atitude típica de uma pessoa com a saúde mental no sítio, pois deveria estar a dormir a estas horas em vez de refletir sobre estas coisas. Continue reading “Existe realmente saúde mental?”

A minha experiência com crises existenciais

Boas pessoal!

Tive a minha primeira crise existencial muito cedo, talvez à volta dos dez anos. Provavelmente foi nesta idade que tive o primeiro grande choque com a realidade. No fundo, sempre soube que ninguém era insubstituível num mundo tão grande. Haverá sempre alguém capaz de fazer melhor do que aquilo que fazemos, que sabe mais acerca do assunto que consideramos dominar ou que veja o mundo com mais clareza do que vemos. Continue reading “A minha experiência com crises existenciais”

Tardes de domingo

Boas pessoal!

Neste momento escrevo da Alemanha. É sempre bom ver as coisas de uma perspetiva mais afastada, longínqua é diferente daquela que temos acesso enquanto estamos emersos na nossa realidade. No nosso pequeno “mundinho”. Acho que só vendo as coisas de fora nós conseguimos distanciar da nossa realidade e não nos deixar sufocar por ela. Continue reading “Tardes de domingo”

Sou feito de extremos: o tudo ou nada

Sou feito de contrastes. Ou sou preto, ou sou branco. O meio termo é algo que me incomoda, como uma farpa ou uma pedra no sapato que me deixa a remoer em vários assuntos e não me deixa avançar completamente para o passo seguinte. Continue reading “Sou feito de extremos: o tudo ou nada”

Mais um ano!

Mais um ano. Apenas mais um. Mas não foi um… já passaram vinte e dois.

E apenas me lembrei de que estava perto desta data porque os meus familiares fizeram questão de mostrar felicidade por já estar perto de celebrar os vinte e dois anos, eu próprio já me tinha esquecido. Continue reading “Mais um ano!”

Tornas-te responsável por aquilo que cativas

Boas pessoal!!

Era bastante novo quando li, pela primeira vez, o livro “O Principezinho”.  Confesso que gostei muito na altura mas houve muita coisa que me passou ao lado pois não me deparava tanto com muitas das questões abordadas. As coisas eram como eram e ponto. Não ficava a questionar a fundo as relações entre pessoas nem a forma como interagiam umas com as outras.

Contudo, lembro-me de ter de o reler aos 14 anos. E aí, as coisas mudaram completamente de figura. Apesar de parecer um livro infantil, da primeira vez que o li, com cerca de 9 aninhos, não tinha maturidade para o perceber. Continue reading “Tornas-te responsável por aquilo que cativas”