Conhecer Versailles ou voltar a casa?

Entrar em Versailles foi como estar a viver um sonho, acordado.

Mesmo ao longe já dava para ver que se tratava deste palácio, tanto pela grandeza como pela enorme quantidade de dourados que se nota a quilómetros de distância.

Posso dizer que me senti em casa, e isto pela minha teoria de que fui Luís XIV numa vida passada. Sempre tive um fascínio por este rei, o Rei-Sol, e quanto mais leio acerca do mesmo, mais sinto empatia pela monarquia francesa do séc. XVII e XVIII.

E o palácio está completamente à altura da grandiosidade das famílias reais francesas da época! Os veludos, a talha dourada, os cortinados, os quadros e todos os outros pormenores tornam este o Palácio o mais espetacular de todos os que já vi, sem dúvida alguma. Os franceses eram realmente grandes, e gostavam de usufruir dessa grandeza da forma mais esplêndida possível.

O compartimento que mais gostei do palácio, e que me deixou completamente fascinado foi, sem sombra de dúvida, a sala de espelhos. É impossível descrever a beleza desta sala e, apesar de ter tirado algumas fotos para vos mostrar, não existe foto alguma que consiga transmitir o encanto da mesma.

Gostava de ter explorado mais os jardins do palácio, mas devido ao mau tempo não conseguimos passar muito tempo. A dimensão dos jardins era tão grande que não conseguíamos ver o fim, e o nevoeiro do dia tornava-os místicos, muito bonitos mas relativamente assustadores.

Em breve lançarei no meu canal do youtube um vlog sobre a visita ao Palácio.

Aqui estão algumas fotos deste dia, espero que gostem:

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Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes!

Natal na Ilha

Chegou a altura mais esperada do ano! Apesar de o Natal não ter vindo para ficar, a verdade é que já chegou e nota-se o espírito natalício espalhado por todo o ar. Não conseguem sentir até o cheiro a Natal? Eu sinto, e sabe-me muito bem.

Esta é a altura em que, geralmente, as pessoas deixam-se invadir pelo espírito e por este sentimento natalício, que é difícil de descrever mas que é tão bom e acolhedor. E o mundo torna-se melhor. Ou pelo menos parece que se torna melhor. Em qualquer canto ouve-se música, veem-se luzes e fica tudo mais colorido.

A minha experiência no Natal sempre foi muito boa. Mais do que do dia de Natal, o que mais gosto é a passagem do dia 24 para o dia 25 de dezembro. Esta é a festa da família e com uma família enorme como a minha e muito unida, era difícil de não aproveitar este momento com imensa intensidade.

Na Madeira vive-se muito esta época, pois o facto de ser um ambiente mais pequeno, apela bastante à união e os madeirenses são, por tradição, muito acolhedores, o que se evidencia, ainda mais, em ocasiões especiais como esta.

Para a véspera de Natal escolhi este blazer desportivo vermelho, cor que mais combina com esta altura do ano, e conjuguei-o com umas calças de ganga e com uma camisa branca, para que o foco do outfit fosse o blazer. Para torná-lo mais arrojado acrescentei uma écharpe azul, e aproveitei para tirar algumas fotos:

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E o vosso Natal, como foi? Comentem em baixo!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes 🙂

Disneyland Paris

Boas pessoal!

Qual é a criança que não sonha em ir à Dineyland? Eu, enquanto criança, também sempre quis muito visitar este parque. Contudo, tenho a certeza de que aproveitei muito mais agora, com 21 anos, do que teria aproveitado com 5.

Assim que cheguei, a criança que há dentro de mim veio logo ao de cima e deixou-se invadir imediatamente pelo mundo da fantasia e da imaginação. Nunca pensei que pudesse sentir-me novamente tão criança e deixar-me levar pela emoção, tal como aconteceu.

Este parque é mesmo um mundo à parte. Cada canto, cada diversão ou palácio, é tudo pensado de forma a proporcionar uma experiência incrível e realmente inesquecível. Confesso que a experiência foi mais inesquecível ainda por ter começado a nevar durante a visita. Sim, a primeira neve do ano em Paris foi sentida por mim na Disney.

Mas o frio e a neve não impediram, de todo, que tivesse aproveitado esta experiência ao máximo. Principalmente porque o Parque já continha a decoração natalícia. Conseguem imaginar o quão mágico é conjugar Disney com Natal, a melhor época do ano?

Não fiquei desiludido com nenhuma das diversões, apesar de não ter conseguido visitar ambos os lados do parque, pela falta de tempo. Contudo, posso afirmar que a minha diversão preferida foi a dos Piratas das Caraíbas, o passeio de barco foi realmente incrível nesta diversão, e até o ar estava quente e húmido para proporcionar o ambiente mais parecido possível com o das Caraíbas.

Deixo aqui abaixo algumas fotos deste dia mágico e em breve lançarei um vídeo sobre este mesmo dia.

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E vocês, já visitaram este Parque? Comentem aí abaixo a vossa experiência!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes!

Paris: Cidade e Estilo

Boas pessoal!!

Paris é uma cidade mágica! Mesmo antes de aterrar já estava encantado com esta cidade, com tantas luzes, com a Torre Eiffel iluminada que reconheci logo de imediato.

Cada edifício é um monumento, fazendo com que a cidade transborde a um estilo mesmo muito difícil de descrever. Adorei passear pelo Sena, conhecer a Catedral de Notre-Dame (que é mesmo igual à do filme “Corcunda de Notre-Dame”), visitar o Louvre (que é mesmo muito maior do que estava à espera), estar perto da Monalisa, ver a coroa verdadeira de Luís XV e entre outras coisas que me fizeram ficar completamente apaixonado por Paris. Se já tinha muita curiosidade em conhecer a cidade, cá estar fascinou-me completamente.

Outra coisa que já tinha ideia mas que se verifica é o estilo das pessoas no dia-a-dia. A preocupação com a imagem é algo muito visível. Tanto as mulheres como os homens vestem-se muito bem. O estilo masculino Parisiense conjuga tudo o que eu gosto: chapéus, casacos compridos, camisolas de gola alta, sapatos semi-formais e entre outras peças, que não é muito comum ver em Portugal. Além disso, têm uma forma de andar muito caraterística, como se estivessem permanentemente numa passerelle, coisa que torna a cidade ainda mais estilosa.

Voltando à Torre Eiffel, é um monumento realmente espantoso! Muito maior do que estava à espera e é impossível não sentir uma energia diferente muito difícil de explicar ao passar debaixo da mesma. Apesar de estar quase a acabar a minha semana por cá, sinto que levo um pouco de Paris em mim para Portugal e sei que voltarei em breve.

Deixo-vos aqui algumas fotos desta cidade maravilhosa:

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E vocês, já estiveram em Paris? Comentem em baixo a vossa experiência!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes! 🙂

Clássico ou Moderno? Eis a questão!

Boas pessoal!!

Parece que o frio veio realmente para ficar! E ainda bem, pois a minha simpatia por roupas de verão não é muita. Sempre achei que as pessoas ficavam muito mais elegantes e bonitas com roupas de estações mais frias e com tons de pele mais claros.

E com o frio combinam também roupas com cores frias, como é o exemplo do outfit que vos mostro hoje. O azul é, e sempre foi, a minha cor favorita. Apesar de ultimamente gostar de variar as cores que visto, há alguns anos praticamente apenas esta cor que tanto combina comigo. Na verdade, reflete muito da minha personalidade, ou seja, calma e intensa ao mesmo tempo.

Por isso, a base do outfit consistiu no azul, tanto as calças como a camisa. Para completar, e porque dá imenso jeito nestes dias de frio, usei um casaco comprido, peça que voltou para a moda há pouco tempo mas que eu espero que perdure pois sou completamente fã deste tipo de casacos.

Por último, e para dar um toque especial, adicionei um chapéu ao look cinza, para estabelecer uma ligação com o casaco.

Assim, o outfit, apesar de clássico, ficou arrojado e moderno, completamente adequado aos nossos dias e às tendências de moda masculina atual. Aproveitei para tirar umas fotos num cenário urbano, para evidenciar este contraste entre o estilo clássico e moderno, conseguidos num só. Espero que gostem do resultado:

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E vocês, o que acharam deste outfit? Comentem aí em baixo!

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A galope!

Apesar de nunca ter tido aulas de equitação, sempre achei que adoraria saber andar a cavalo. Assim, aproveitei a oportunidade enquanto estive de férias no Norte com a família, na quinta de um familiar, em Famalicão, para experimentar esta atividade que sempre suscitou curiosidade.

Sabem aquela sensação, de que os filmes transmitem, de uma adrenalina enorme, de estar a sentir o vento na cara, o cheiro a natureza, ouvir o galopar dos cavalos e, mesmo assim, conseguir o controle quase total deste animal?

Não, não foi isso que senti! Mas isso não quer dizer que a sensação não tenha sido boa. Muito pelo contrário, gostei muito da experiência, e a conexão que estabelecemos com este animal quando estamos por cima dele é algo muito bonito, mas difícil de explicar por palavras.

Por isso, apesar de ter sido num picadeiro e de ter tido ajuda e indicações, foi uma experiência que gostei bastante e que espero repetir assim que tenha oportunidade.

Como não poderia deixar de ser, aproveitei para tirar algumas fotos para vos mostrar e que aqui vos apresento:

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E vocês, já andaram de cavalo? Comentem aí a vossa experiência!

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Pelo Douro abaixo!

Boas pessoal!

Fazer um cruzeiro no rio Douro era algo que já estava nos planos da família há já algum tempo. Por isso, como neste ano passámos férias no Norte do país para celebrar os vinte e cinco anos de casados dos meus pais, achámos que era a altura ideal para realizar este famoso passeio.

Logo de manhã, iniciámos o percurso de comboio em direção à Régua, onde apanhámos o barco para iniciar o cruzeiro. Confesso que estava um pouco relutante em relação a esta viagem, pois sabia que duraria cerca de duas horas, e andar de comboio não é algo que me agrade muito. Contudo, como tinha a certeza de que o cruzeiro valeria a pena, e o entusiasmo para o mesmo era bastante, quase não me apercebi do tempo a passar dentro do comboio, pois as paisagens que íamos vendo eram de uma beleza extraordinária.

O rio Douro é lindo, com as suas margens melancólicas que apelam à saudade e deixaram em mim o desejo de querer voltar, de sentir a calma que estas paisagens transmitem. E foi esta sensação de calma que imperou em mim desde o início ao final do passeio. Fiquei completamente fascinado e, como não poderia deixar de ser, tirei algumas fotos para vos mostrar parte daquilo que vi neste dia:

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Espero que tenham gostado e que este passeio fique nos vossos planos!

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Uma das levadas mais bonitas da Madeira!

Boas pessoal!!

Antes de mais, peço imensa desculpa por não ter publicado muito ultimamente, mas estive um pouco doente e, com o início das aulas, torna-se mais difícil ter disponibilidade para me dedicar tanto ao blog, mas farei um esforço para publicar sempre que possível!

Todos sabemos, ou pelo menos os madeirenses, que existem inúmeras levadas lindíssimas na Madeira, o que é uma ótima opção para uma boa caminhada e estar perto da natureza. Muitas delas têm uma beleza incrível, seja durante o passeio ou no fim das mesmas. E é por isso que hoje vou vos falar sobre uma das mais bonitas levadas da Madeira: a Levada do Alecrim.

Durante a caminhada, a paisagem a que temos acesso é incrível, e como não existem muitas subidas ou descidas, qualquer pessoa que esteja em estado razoável a nível de condições motoras sentir-se-á à vontade para fazê-la. Além disso, não é, de todo das caminhadas mais compridas.

Friso também que a paisagem no final da caminhada é mesmo de cortar a respiração e compensa cada minuto de caminhada que foi feito.

Por isso, aconselho vivamente a toda a gente que gosta de caminhar a execução desta levada, que se localiza bastante perto do Paúl da Serra, zona que já vos falei outrora num post sobre o Planalto mais alto da ilha.

Aqui estão algumas fotos desta caminhada, espero que gostem!

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Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes!

Passeando pela Invicta

Este ano, e para ser um pouco diferente, decidimos em família passar uma semana das férias no norte do país, o que acabou por ser uma excelente opção visto o norte tem uma beleza muito própria.

Hoje, vou falar de uma cidade da qual gosto muito pela sua diferença em relação às outras: o Porto. Não querendo, de todo, menosprezar os restantes cantos do país, até porque acho que o que torna cada região bonita são os seus traços próprios, e Portugal tem muitas cidades, todas elas com as suas particularidades e é aí que está o encanto em cada uma.

Além desta ser uma cidade muito bonita, com uns traços muito mais antigos do que Lisboa, é também muito agradável para passear. As pessoas são muito divertidas, bem dispostas e adoram uma boa conversa e aproveitam todas as oportunidades para isso, seja em qualquer sítio ou circunstância, e estão sempre prontas a ajudar. É engraçado ver como pessoas de uma cidade relativamente grande podem ser tão acolhedoras com as pessoas  de fora!

Já cá tinha estado mais do que uma vez, mas tenho sempre a sensação de que falta sempre qualquer coisa para descobrir e sinto sempre que terei de voltar, nem que seja para passear na Ribeira e contemplar a ponte D. Luiz.

Um destes pontos que queria conhecer há algum tempo mas que não tinha tido oportunidade é a Lello, livraria centenária que inspirou J. K. Rowling quando escreveu o livro  Harry Potter e a Pedra Filosofal. A meia hora à espera na fila para entrar nesta livraria começou a valer a pena exatamente na hora em que pisei este maravilhoso espaço, uma livraria mesmo típica de filmes e de contos de fadas. Apesar de ter a sensação que era maior do que realmente é antes de lá ter entrado, fiquei encantado com esta livraria, tão encantadora quanto já me tinham descrito. Por isso, vale bastante a pena conhecer!

Apesar de Lisboa continuar a ser a minha cidade preferida do País, e de não me imaginar a viver em nenhuma outra cidade em Portugal, é impossível não ficar com um carinho especial pela invicta!

Deixo aqui algumas fotos do meu passeio pela cidade, espero que gostem!

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E vocês, já visitaram o Porto? Comentem aí em baixo o que mais gostaram!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes! 🙂

Oceanário

Olá pessoal!!

Para quem me tem acompanhado, sabe que a minha ligação com o mar é bastante forte. Por isso, e apesar de não existir mar em Lisboa, existe um espaço magnífico que não podemos encontrar na Madeira: o Oceanário.

Apesar de já lá ter ido várias vezes, nunca recuso uma visita a este espaço maravilhoso, e aproveito também para passear no Oriente, que é uma das minhas zonas preferidas da Capital.

Que outras oportunidades teria eu de ver tanta variedade de animais marinhos tão perto se não fosse o Oceanário? Principalmente porque muitas das espécies de animais que lá vemos nem existem em estado selvagem em Portugal, tais como um dos meus animais preferidos, os Pinguins. Além disso, é muito interessante ver a forma como tentaram recriar um ambiente o mais próximo possível do habitat natural de cada um destes animais. Por isso, aconselho vivamente a visita a este maravilhoso espaço que, apesar de ficar um pouco deslocado do centro da cidade, vale mesmo muito a pena.

Deixo-vos aqui algumas fotos do oceanário e da zona do Oriente, espero que gostem!

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Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes!