Passeando pela Invicta

Este ano, e para ser um pouco diferente, decidimos em família passar uma semana das férias no norte do país, o que acabou por ser uma excelente opção visto o norte tem uma beleza muito própria.

Hoje, vou falar de uma cidade da qual gosto muito pela sua diferença em relação às outras: o Porto. Não querendo, de todo, menosprezar os restantes cantos do país, até porque acho que o que torna cada região bonita são os seus traços próprios, e Portugal tem muitas cidades, todas elas com as suas particularidades e é aí que está o encanto em cada uma.

Além desta ser uma cidade muito bonita, com uns traços muito mais antigos do que Lisboa, é também muito agradável para passear. As pessoas são muito divertidas, bem dispostas e adoram uma boa conversa e aproveitam todas as oportunidades para isso, seja em qualquer sítio ou circunstância, e estão sempre prontas a ajudar. É engraçado ver como pessoas de uma cidade relativamente grande podem ser tão acolhedoras com as pessoas  de fora!

Já cá tinha estado mais do que uma vez, mas tenho sempre a sensação de que falta sempre qualquer coisa para descobrir e sinto sempre que terei de voltar, nem que seja para passear na Ribeira e contemplar a ponte D. Luiz.

Um destes pontos que queria conhecer há algum tempo mas que não tinha tido oportunidade é a Lello, livraria centenária que inspirou J. K. Rowling quando escreveu o livro  Harry Potter e a Pedra Filosofal. A meia hora à espera na fila para entrar nesta livraria começou a valer a pena exatamente na hora em que pisei este maravilhoso espaço, uma livraria mesmo típica de filmes e de contos de fadas. Apesar de ter a sensação que era maior do que realmente é antes de lá ter entrado, fiquei encantado com esta livraria, tão encantadora quanto já me tinham descrito. Por isso, vale bastante a pena conhecer!

Apesar de Lisboa continuar a ser a minha cidade preferida do País, e de não me imaginar a viver em nenhuma outra cidade em Portugal, é impossível não ficar com um carinho especial pela invicta!

Deixo aqui algumas fotos do meu passeio pela cidade, espero que gostem!

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E vocês, já visitaram o Porto? Comentem aí em baixo o que mais gostaram!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes! 🙂

Voltar a casa

     É sempre bom regressar a casa. Regressar à “minha ilha”, ao sítio que me viu nascer e que me acolheu durante 19 anos da minha vida. Sempre que volto, sinto-me nostálgico, mas feliz ao mesmo tempo. É contraditório o facto de ver o sítio onde durante tanto tempo vivi, como o meu destino de férias, e isto porque sei que terei sempre de voltar a sair. O sítio onde posso estar com a minha família, rever alguns dos meus amigos e estar perto do mar. Sim, o mar é uma das coisas que mais falta me faz em Lisboa. Embora em Lisboa possa passear pela Ribeira das Naus, junto ao Rio Tejo para me sentir mais perto do mar, nunca é a mesma coisa. Apesar de atenuar as saudades, não é possível comparar o mar da Madeira com qualquer rio, por mais bonito que seja.

     Sempre que volto, apercebo-me das saudades que já tinha de estar em casa. De não ter um oceano a separar-me da minha família, poder deixar o “eu” atual ser invadido pelas várias memórias de quando era criança e deixar-me levar por isso, deixar que sejam os meus a tomar conta de mim. E isso basta para deixar-me feliz, pelo menos durante algum tempo. Há sensação melhor do que estar perto das pessoas que realmente gostam de nós? E que sempre fizeram e farão de tudo para que nos sintamos bem? Se existe, ainda não a conheci.

     Como não sentir a falta de comer espetada, broas de mel, bolo do caco ou beber poncha? E tudo isto com uma vista incrível em qualquer sítio em que esteja e acompanhado de pessoas espetaculares!

Deixo-vos aqui algumas fotografias do meu primeiro dia de regresso a casa:

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E vocês? Também sentem o mesmo ao voltar a casa? Comentem aí!

Tudo a correr bem por esse lado. E sejam felizes!