Conhecer Versailles ou voltar a casa?

Entrar em Versailles foi como estar a viver um sonho, acordado.

Mesmo ao longe já dava para ver que se tratava deste palácio, tanto pela grandeza como pela enorme quantidade de dourados que se nota a quilómetros de distância.

Posso dizer que me senti em casa, e isto pela minha teoria de que fui Luís XIV numa vida passada. Sempre tive um fascínio por este rei, o Rei-Sol, e quanto mais leio acerca do mesmo, mais sinto empatia pela monarquia francesa do séc. XVII e XVIII.

E o palácio está completamente à altura da grandiosidade das famílias reais francesas da época! Os veludos, a talha dourada, os cortinados, os quadros e todos os outros pormenores tornam este o Palácio o mais espetacular de todos os que já vi, sem dúvida alguma. Os franceses eram realmente grandes, e gostavam de usufruir dessa grandeza da forma mais esplêndida possível.

O compartimento que mais gostei do palácio, e que me deixou completamente fascinado foi, sem sombra de dúvida, a sala de espelhos. É impossível descrever a beleza desta sala e, apesar de ter tirado algumas fotos para vos mostrar, não existe foto alguma que consiga transmitir o encanto da mesma.

Gostava de ter explorado mais os jardins do palácio, mas devido ao mau tempo não conseguimos passar muito tempo. A dimensão dos jardins era tão grande que não conseguíamos ver o fim, e o nevoeiro do dia tornava-os místicos, muito bonitos mas relativamente assustadores.

Em breve lançarei no meu canal do youtube um vlog sobre a visita ao Palácio.

Aqui estão algumas fotos deste dia, espero que gostem:

Ed1Ed9Ed6Ed4Ed2Ed10Ed7

Ed5Ed8

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes!

Paris: Cidade e Estilo

Boas pessoal!!

Paris é uma cidade mágica! Mesmo antes de aterrar já estava encantado com esta cidade, com tantas luzes, com a Torre Eiffel iluminada que reconheci logo de imediato.

Cada edifício é um monumento, fazendo com que a cidade transborde a um estilo mesmo muito difícil de descrever. Adorei passear pelo Sena, conhecer a Catedral de Notre-Dame (que é mesmo igual à do filme “Corcunda de Notre-Dame”), visitar o Louvre (que é mesmo muito maior do que estava à espera), estar perto da Monalisa, ver a coroa verdadeira de Luís XV e entre outras coisas que me fizeram ficar completamente apaixonado por Paris. Se já tinha muita curiosidade em conhecer a cidade, cá estar fascinou-me completamente.

Outra coisa que já tinha ideia mas que se verifica é o estilo das pessoas no dia-a-dia. A preocupação com a imagem é algo muito visível. Tanto as mulheres como os homens vestem-se muito bem. O estilo masculino Parisiense conjuga tudo o que eu gosto: chapéus, casacos compridos, camisolas de gola alta, sapatos semi-formais e entre outras peças, que não é muito comum ver em Portugal. Além disso, têm uma forma de andar muito caraterística, como se estivessem permanentemente numa passerelle, coisa que torna a cidade ainda mais estilosa.

Voltando à Torre Eiffel, é um monumento realmente espantoso! Muito maior do que estava à espera e é impossível não sentir uma energia diferente muito difícil de explicar ao passar debaixo da mesma. Apesar de estar quase a acabar a minha semana por cá, sinto que levo um pouco de Paris em mim para Portugal e sei que voltarei em breve.

Deixo-vos aqui algumas fotos desta cidade maravilhosa:

Ed9Ed4Ed6Ed7Ed11Ed8Ed1Ed10Ed12Ed13Ed3Ed2

E vocês, já estiveram em Paris? Comentem em baixo a vossa experiência!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes! 🙂

Passeando pela Invicta

Este ano, e para ser um pouco diferente, decidimos em família passar uma semana das férias no norte do país, o que acabou por ser uma excelente opção visto o norte tem uma beleza muito própria.

Hoje, vou falar de uma cidade da qual gosto muito pela sua diferença em relação às outras: o Porto. Não querendo, de todo, menosprezar os restantes cantos do país, até porque acho que o que torna cada região bonita são os seus traços próprios, e Portugal tem muitas cidades, todas elas com as suas particularidades e é aí que está o encanto em cada uma.

Além desta ser uma cidade muito bonita, com uns traços muito mais antigos do que Lisboa, é também muito agradável para passear. As pessoas são muito divertidas, bem dispostas e adoram uma boa conversa e aproveitam todas as oportunidades para isso, seja em qualquer sítio ou circunstância, e estão sempre prontas a ajudar. É engraçado ver como pessoas de uma cidade relativamente grande podem ser tão acolhedoras com as pessoas  de fora!

Já cá tinha estado mais do que uma vez, mas tenho sempre a sensação de que falta sempre qualquer coisa para descobrir e sinto sempre que terei de voltar, nem que seja para passear na Ribeira e contemplar a ponte D. Luiz.

Um destes pontos que queria conhecer há algum tempo mas que não tinha tido oportunidade é a Lello, livraria centenária que inspirou J. K. Rowling quando escreveu o livro  Harry Potter e a Pedra Filosofal. A meia hora à espera na fila para entrar nesta livraria começou a valer a pena exatamente na hora em que pisei este maravilhoso espaço, uma livraria mesmo típica de filmes e de contos de fadas. Apesar de ter a sensação que era maior do que realmente é antes de lá ter entrado, fiquei encantado com esta livraria, tão encantadora quanto já me tinham descrito. Por isso, vale bastante a pena conhecer!

Apesar de Lisboa continuar a ser a minha cidade preferida do País, e de não me imaginar a viver em nenhuma outra cidade em Portugal, é impossível não ficar com um carinho especial pela invicta!

Deixo aqui algumas fotos do meu passeio pela cidade, espero que gostem!

Ed9Ed2Ed4Ed5Ed1Ed3Ed7Ed8

E vocês, já visitaram o Porto? Comentem aí em baixo o que mais gostaram!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes! 🙂

Voltar a casa

     É sempre bom regressar a casa. Regressar à “minha ilha”, ao sítio que me viu nascer e que me acolheu durante 19 anos da minha vida. Sempre que volto, sinto-me nostálgico, mas feliz ao mesmo tempo. É contraditório o facto de ver o sítio onde durante tanto tempo vivi, como o meu destino de férias, e isto porque sei que terei sempre de voltar a sair. O sítio onde posso estar com a minha família, rever alguns dos meus amigos e estar perto do mar. Sim, o mar é uma das coisas que mais falta me faz em Lisboa. Embora em Lisboa possa passear pela Ribeira das Naus, junto ao Rio Tejo para me sentir mais perto do mar, nunca é a mesma coisa. Apesar de atenuar as saudades, não é possível comparar o mar da Madeira com qualquer rio, por mais bonito que seja.

     Sempre que volto, apercebo-me das saudades que já tinha de estar em casa. De não ter um oceano a separar-me da minha família, poder deixar o “eu” atual ser invadido pelas várias memórias de quando era criança e deixar-me levar por isso, deixar que sejam os meus a tomar conta de mim. E isso basta para deixar-me feliz, pelo menos durante algum tempo. Há sensação melhor do que estar perto das pessoas que realmente gostam de nós? E que sempre fizeram e farão de tudo para que nos sintamos bem? Se existe, ainda não a conheci.

     Como não sentir a falta de comer espetada, broas de mel, bolo do caco ou beber poncha? E tudo isto com uma vista incrível em qualquer sítio em que esteja e acompanhado de pessoas espetaculares!

Deixo-vos aqui algumas fotografias do meu primeiro dia de regresso a casa:

Ed 1Ed 2Ed 3Ed 4Ed 5Ed 6

E vocês? Também sentem o mesmo ao voltar a casa? Comentem aí!

Tudo a correr bem por esse lado. E sejam felizes!