Importância de ter uma irmã

Passaram quinze anos desde aquela noite em que mal dormi. Tinha oito anos na altura, mas lembro-me perfeitamente de cada segundo. Estava na casa dos meus avós, na noite de 11 para 12 de setembro de 2004, e extremamente ansioso pelo nascimento da minha irmã. Continue reading “Importância de ter uma irmã”

Pressão para ser bem-sucedido

Boas pessoal!

Já repararam que, na sociedade atual, existe uma pressão de toda a gente à nossa volta para que sejamos bem-sucedidos desde cedo?

Por volta dos quinze anos quase nos é exigido que saibamos o que pretendemos para o futuro, que tenhamos excelentes notas para entrar na melhor faculdade possível, que saibamos falar fluentemente inglês e, de preferência, uma segunda língua estrangeira, ter boa capacidade comunicativa, uma boa presença nas redes sociais e, ainda assim, não ter qualquer garantia de que vamos vingar na área que escolhermos, mesmo que sejamos os melhores na mesma. Continue reading “Pressão para ser bem-sucedido”

Das redes sociais para o mundo

Boas pessoal!

É bem frequente lermos acerca dos efeitos negativos do mundo digital e das redes sociais na nossa sociedade. Existem realmente vários e não devemos ignorá-los, devemos lutar contra eles da melhor forma possível. Continue reading “Das redes sociais para o mundo”

“O dia em que me tornei mãe”

24 de julho de 1996: o dia em que me tornei mãe.

Desde sempre tive o desejo de ser mãe. Era um sentimento muito forte, aquele desejo de ver a barriga crescer, acompanhar a evolução de uma criança e ter o privilégio de ensinar os primeiros passos e as primeiras palavras.

Ao mesmo tempo, sabia que ter um filho era uma responsabilidade e um compromisso para a vida toda e esperei pelo momento certo para concretizar este desejo. Foi uma decisão planeada com tranquilidade, confiança e muita felicidade. Continue reading ““O dia em que me tornei mãe””

“Não-Monogamias Consensuais”- Reportagem

Boas pessoal!

Sempre gostei de entrevistar pessoas com personalidade bastante forte. Que não têm receio de expor e lutar pelos seus ideais e pelas coisas que consideram estar menos bem no mundo. Que me fazem ficar a refletir e questionar várias coisas que nunca tinha pensado, mas que são tidas como regra na sociedade em que vivemos. Continue reading ““Não-Monogamias Consensuais”- Reportagem”

Estou de luto pelo Brasil

Estas eleições foram um forte golpe nas costas da democracia e na história do Brasil e do Mundo.

A história já demonstrou, mais do que uma vez, que os extremos não são a melhor solução para um país. O Brasil já passou por uma ditadura militar, e está prestes a conhecer outra. Apesar de o candidato vencedor ter sido eleito, toda a população vai sofrer com isto, de uma forma ou de outra. Nem que seja ao ver o vizinho sofrer. Continue reading “Estou de luto pelo Brasil”

Os críticos e a “overdose” de Demi Lovato

Sempre achei que uma figura pública tinha uma responsabilidade para com a sociedade, para com os seus fãs e seguidores. E, neste caso, um simples comportamento que acontece todos os dias tem sido noticiado e ganhou uma proporção gigantesca por ter vindo de uma celebridade internacional. Continue reading “Os críticos e a “overdose” de Demi Lovato”

As redes sociais e o cyberbullying

Boas pessoal!

Li há pouco tempo uma notícia que me deixou a reflectir, mais uma vez, acerca de um assunto que muito tenho pensado nos últimos anos: o CiberBullying. Durante uma emissão do “Você na Tv”, o apresentador Manuel Luís Goucha viu-se obrigado a bloquear uma seguidora que fez um comentário depreciativo acerca de uma convidada do programa, a cantora Mónica Sintra.

“Não tem categoria suficiente para estar no meu Facebook”, afirmou em direto. E considero que teve a melhor reacção que poderia ter, exatamente a mesma reacção que eu teria, se estivesse no seu lugar. Continue reading “As redes sociais e o cyberbullying”

Tornas-te responsável por aquilo que cativas

Boas pessoal!!

Era bastante novo quando li, pela primeira vez, o livro “O Principezinho”.  Confesso que gostei muito na altura mas houve muita coisa que me passou ao lado pois não me deparava tanto com muitas das questões abordadas. As coisas eram como eram e ponto. Não ficava a questionar a fundo as relações entre pessoas nem a forma como interagiam umas com as outras.

Contudo, lembro-me de ter de o reler aos 14 anos. E aí, as coisas mudaram completamente de figura. Apesar de parecer um livro infantil, da primeira vez que o li, com cerca de 9 aninhos, não tinha maturidade para o perceber. Continue reading “Tornas-te responsável por aquilo que cativas”