“Não-Monogamias Consensuais”- Reportagem

Boas pessoal!

Sempre gostei de entrevistar pessoas com personalidade bastante forte. Que não têm receio de expor e lutar pelos seus ideais e pelas coisas que consideram estar menos bem no mundo. Que me fazem ficar a refletir e questionar várias coisas que nunca tinha pensado, mas que são tidas como regra na sociedade em que vivemos.

Conheci Mariana numa aula. Ao apresentar-se perante a turma, afirmou que era ativista na área das “Não-Monogamias Consensuais”. Na altura, confesso que não sabia bem o que significava mas, curioso como sou, despertou-me imensa curiosidade.

Considero-me monogâmico e sinto que é o melhor sistema para mim. Mas sei perfeitamente que, por me sentir bem assim, não significa que as outras pessoas também se tenham de sentir. E porque não dar voz a estes assuntos que são, tantas vezes, abafados pela comunicação social e ridicularizados apenas por irem contra a norma?

Já tinha ouvido falar em Poligamia e, erradamente, achei que provavelmente seria a mesma coisa. Contudo, a Poligamia envolve cerimónias que as não-monogamias não envolvem.

Lembro-me de ter pensado no quanto este seria um bom tema para uma reportagem e fui amadurecendo a ideia. Assim que falei com Mariana, a disponibilidade foi imediata. Pedi-lhe que me indicasse alguém da área, e colocou-me em contacto com Daniel Cardoso, um dos pioneiros em Portugal a fazer investigação na área das Não-Monoganias Consensuais e do Poliamor.

Estes foram, sem dúvida, os entrevistados ideais para este tema. Além das entrevistas bastante completas acerca do tema das Não-Monogamias, tive com os entrevistados conversas interessantíssimas após ter desligado a câmara.

E o resultado final foi este! Espero que gostem e que seja tão enriquecedor para vós como foi para mim!

Tudo a correr bem por esse lado, e sejam felizes 😊

One thought on ““Não-Monogamias Consensuais”- Reportagem

  1. Ser verdadeiramente livre, respeitar e aceitar a liberdade do outro, é das tarefas mais difíceis e desafiadoras do ser humano. E talvez por isso tenha sido necessário inventar um sistema regulado pela sociedade, pela religião e pelas leis. Amo-te filho. Parabéns pela Reportagem! Beijinhos

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