Para a minha mãe

Hoje é um dia muito especial. Um dia em que todas as mães merecem ser aplaudidas de pé. Mãe é uma palavra ambígua, pois a progenitora nem sempre pode ser considerada mãe.

Desculpem as outras mães, todas elas merecem o meu respeito, mas hoje vou falar da melhor: a minha. Se não é a melhor mãe do mundo, o que desconfio muito, pelo menos é a melhor mãe que eu poderia ter tido.

A primeira mulher por quem me apaixonei, a verdadeira mulher da minha vida, uma pessoa fora do comum que marca pela diferença por todos os sítios onde passa e a todos marca com a sua personalidade.

Mãe, só Deus sabe o quanto me custa não poder estar contigo todos os dias, nem que seja para poder dar-te um beijinho ou um abraço antes de ir dormir, poder levar-te um café ou fruta descascada, enquanto corriges testes ou preparas aulas, ou acordar com o pequeno-almoço na cama trazido por ti. Não é fácil ter de optar entre a tua companhia diária e o meu maior sonho.

Sempre foste a pessoa que eu mais admirei e continuo a admirar, principalmente pela tua beleza interior. És a pessoa mais bonita e genuína que conheço, e acredita que conheço muitas pessoas.

A tua força, em simultâneo com a tua fragilidade e sensibilidade em relação ao mundo é das coisas mais bonitas que já conheci. Tal como és o maior pilar para mim, sinto que também sou um pilar forte para ti, e sabes que em mim terás sempre um admirador, protetor e confidente para todas as ocasiões.

Nas noites mal dormidas em criança, nos muitos momentos em que estive doente, em todos os momentos em que fui posto à prova tu estiveste sempre comigo. E isso é algo que é impossível pagar. Que apenas alguém que ama muito outra pessoa consegue fazer, e espero um dia poder retribuir-te isso.

Nunca me esquecerei dos melhores momentos que passámos juntos, e passámos realmente muitos momentos ótimos, desde os inúmeros passeios, viagens, ou simples conversas que me marcaram para sempre. É verdade que juntos também já passámos momentos muito, mas mesmo muito difíceis. Mas uma palavra sobressai sempre: ‘juntos’.

E é assim que continuaremos até o final dos meus dias!

Com muito amor, do teu filho,

Duarte

 

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